Patrulhas irão combater violência contra a mulher

20 JAN 2017
20 de Janeiro de 2017

O Ministério da Justiça anunciou a criação de Patrulhas Maria da Penha para combater a violência contra a mulher e reduzir os feminicídios. As patrulhas deverão fazer visitas periódicas às mulheres em situação de violência doméstica. Haverá capacitação de profissionais para atuar na prevenção e no reforço do policiamento comunitário, além da oferta de cursos de capacitação para as vítimas. O plano terá ações de prevenção, investigação, inteligência e integração de trabalhos entre o Ministério Público e o Judiciário.

Um mapeamento recente realizado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostrou que até 12 por cento dos homicídios derivam da violência contra a mulher em casos onde a agressão reiterada resultava em assassinato podendo ser a vítima a mulher ou o agressor.

Segundo o Governo, as ações para redução dos feminicídios e homicídios começarão pelas capitais por meio de ações conjuntas entre os estados e a União. A segunda etapa será a expansão para os municípios limítrofes das regiões metropolitanas. As capitais concentram 31 por dos homicídios do país e as regiões metropolitanas, 23 por cento.

A iniciativa é positiva, desde que as medidas tenham continuidade e que  não sejam usadas apenas como palanque político, avalia o especialista em segurança da Aspomil, Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves. “

As ações serão iniciadas em fevereiro em Natal, Porto Alegre e Aracaju. O Ministério da Justiça anunciou que um termo de cooperação irá garantir o início das operações nos estados

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